Tag Archives: Fejuqueiros

Aguardem a próxima semana!

14 jan

Amigos da Cumbuca,

 

Estamos passando aqui apenas para avisar que no próximo sábado temos planos para apresentar a vocês uma nova avaliação, já com a implementação do PAFEQ!

 

Abraços!

Fejucando!

14 jan


Olá amigos Fejuqueiros!

Resolvi dar o ar da graça também, afinal também sou uma amante da Fejuca! Não faz tanto tempo quanto o Arthur, mas a intensidade com certeza é a mesma! Hoje já é quinta-feira e nosso paladar já vai ficando aguçado, esperando “aquela” cumbuca, farofa, couve, pimenta… Hummm…
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Pensando nessa vontade quase incontrolável de que chegue logo o sábado só para devorar uma bela Fejuca, comecei a tentar entender de onde veio essa paixão, afinal, não sou uma pessoa muito fã de carne vermelha, nunca fui do tipo “arroz e feijão”, e DETESTAVA pagode! Não que eu venere hoje em dia, mas convenhamos que faz um belo par com feijoada!
Até uns quatro anos atrás eu comia feijoada nos almoços de domingo na casa da minha avó (sim, lá na minha vó, dia de Fejuca é domingo, quando a família está reunida!), mas sinceramente preferia quando ela preparava lasanha! Esse negócio de feijão e um monte de carne misturada ainda não me agradava tanto… Quanto tempo que perdi! E nunca, nunquinha, tinha comido em outro lugar, afinal, como não gostava tanto, não ia escolher almoçar em algum restaurante cujo prato principal fosse nossa diva!

Tudo começou a mudar quando conheci o Arthur. Nunca vi alguém gostar tanto de feijoada e até estranhava! Pra mim era um prato normal, com cara de fim de semana, porém sem nenhum atrativo especial. Já para o Arthur era o sábado. Fejuca pra ele era (e é!) o evento do sábado! Saíamos da nossa aula de espanhol (que acabava às 14:00 horas do sábado) e íamos direto para um boteco na Mooca que servia uma Fejuca fantástica! No início eu ia porque estava com fome e por mim tudo bem se fosse Fejuca, mas depois de um tempo comecei a sentir umas coisas estranhas… Durante a aula já começava a imaginar o almoço: aquela cumbuquinha, farofinha, couve… E passei a sentir com frequencia, água na boca, salivação exagerada e até aumento dos batimentos cardíacos, típico sintoma de paixão!

Com o passar do tempo meus sintomas apenas pioraram, porque começavam na sexta-feira… rs! E atualmente eles são permanentes, bastando Ela entrar em qualquer conversa!
Alguns meses depois lá estávamos nós, cada sábado num restaurante, bar, boteco, casa de fejuqueiro… Cada sábado era uma fejuca diferente! E assim surgiu a ideia deste blog! Resolvemos começar a catalogar e avaliar todas as Fejucas, assim, além de ajudar quem busca uma bela refeição, aprendemos mais sobre nosso maior hobby (falando nisso, o Arthur esqueceu de listar alguns na apresentação dele, mas este é um assunto para outro post!) e ainda por cima nos divertimos!

Estamos gostando muito desta ideia, e já temos vários temas para falar futuramente! Entre eles, queremos incluir na avaliação as Fejucas caseiras! Entre as melhores que conhecemos estão a da minha vó Lourdes (nem acredito que eu preferia lasanha… A Fejuca da vovó é sensasional!) e a da mãe do Arthur!

Caso queira sua fejuca comentada aqui também, aceitamos convites! hehe

Esperamos que gostem do nosso conteúdo, experimentem nossas dicas de Fejuca e mandem sugestões!

Priscila

Paribar: Grata surpresa!

11 jan

Boa tarde, Fejuqueiros de plantão!

É com muita alegria que estamos aqui para postar sobre a nossa primeira avaliação de 2011 (e a primeira do Blog).

Ontem saímos de casa por volta do meio-dia dispostos a comer uma bela fejuca, mas antes tínhamos que cumprir uma rápida missão: A Pri resolveu que PRECISAVA comprar um caderno do “Pequeno Príncipe” (vale ressaltar que ela já tem 26 anos). O problema é que o tal caderno estava em falta pela cidade toda, e após muitas pesquisas no Google ela descobriu que conseguiríamos um exemplar em uma papelaria próxima da Praça da República, centro de SP.

Resumo: o que era para ser uma rápida passada na papelaria tornou-se um inferno, pq andar de carro no centro de SP é como soltar um camundongo em um labirinto sem saída…

Como perdemos cerca de 2 horas nesse processo e às 16:30 deveríamos estar em Higienópolis para assistir um filme, pensamos: “Vamos comer por aqui mesmo…”

Ao sair da papelaria, olhamos para a frente e avistamos um local bastante agradável, com um ar meio “retrô”, típico dos bares antigos da cidade. Tratava-se do PARIBAR, uma verdadeira relíquia da boemia paulistana. Com ar totalmente bucólico, o bar está muito bem conservado. Os funcionários comentaram que o local foi reaberto há alguns anos apenas, porém já existe desde a década de 40!


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Por causa das férias de verão, o local estava praticamente vazio, mas já nos avisaram que normalmente é melhor chegar cedo porque a espera costuma ser grande.

Nos sentamos em uma mesa da parte interna do bar, prontamente o garçom nos deu as boas-vindas e ofereceu o cardápio. Ao fundo, um som ambiente bem suave com clássicos da MPB. Após as férias, o garçom disse que o bar voltará a fazer rodas de Chorinho para acompanhar a feijoada.

No Paribar eles optam por uma preparação mais light, ou seja, aqui você não vai encontrar pé, orelha, miúdos… O maitre afirmou que para eles as partes mais nobres da feijoada é que dão o sabor especial, o resto é “carne mais barata para ganhar dinheiro”.

Enquanto a fejuca não chegava, pedi um chopp. Perguntei qual era a marca e o garçom me solta: Karavelle. Disse que era um chopp de Indaiatuba (e eu nem sabia que em Indaiatuba se fazia chopp). Fiquei curioso e pedi um bem gelado. A Pri ficou na Coca Zero, porque Guaraná Zero em SP está quase mais difícil que encontrar papelarias que vendem caderno do “Pequeno Príncipe”. Valeu a pena! O Chopp estava bem tirado e cremoso, servindo como um bom acompanhamento para a nossa fejuca.

Depois de uns 10 minutinhos, eis que chega a porção. Aliás, QUE PORÇÃO. Lá no Paribar eles tem uma apresentação de prato diferenciada, que nós nunca tínhamos visto:



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Detalhe: Esse era apenas o MEU PRATO! A Pri tinha outro só para ela, igualzinho! Tudo muito cheiroso, quentinho, com uma apresentação realmente muito bonita!

A Fejuca então… veio BORBULHANDO, do jeito que a gente gosta, mas também não estava pelando a ponto de ficar impossível de comer. Enfim, tudo no ponto certo, pronto para ser apreciado.

Ao todo, o KIT veio composto da seguinte forma: Cada prato com duas porções generosas de arroz, farofa, banana à milanesa, couve, torresmo e bisteca. A FEJUCA veio em uma cumbuca única composta de Feijão, Carne Seca, Linguiça Calabresa, Paio e Costelinha. (só de lembrar bateu uma fome aqui…). Além disso tudo, molho de pimenta e laranjinhas.

O feijão estava delicioso, devidamente encorpado e temperado na medida certa. O torresmo, sequinho… e a menção honrosa fica para a Bisteca, que estava simplesmente maravilhosa, uma das melhores que já comemos em toda a nossa jornada “Fejuqueira”. Todas as carnes estavam bem cozidas (lá eles preparam as carnes um dia antes).

Não temos nada a reclamar! A única ressalva ficou para a Couve, pois estava bem carregada no alho (como eu não sou muito fã de comidas com muito alho, fica o aviso… Já a Pri adorou!).

O melhor de tudo é que o preço não é dos mais salgados: A Feijoada Grande (que serve até 3 pessoas) saiu por 45,40. Se você não estiver tão faminto (a), o garçom disse que a Feijoada Pequena (31,80) serve tranquilamente duas pessoas. Resumindo: Uma BELÍSSSIMA FEJUCA com um excelente custo-benefício.

Saímos de lá muito satisfeitos e com vontade de voltar. O local é limpo, o serviço muito bom, e os arredores tranquilos. Você fica com a impressão de que está voltando algumas décadas no tempo e curte um pouco do charme paulistano…


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Nossa avaliação “item a item”

 

– Arroz: 4,75

– Feijão: 4,6

– Farofa: 4

– Banana: 4

– Couve: 3,35

– Torresmo: 4,2

– Bisteca: 5 (Realmente MUITO BOA!!!)

– Carne Seca: 4,5

– Calabresa: 5

– Paio: 4,5

– Costelinha: 4,5

– Serviço: 4,75

– Ambiente: 4,75

– Chopp: 4

– AVALIAÇÃO GERAL:  4,42.

 

Serviço:

Paribar

End: Praça Dom José Gaspar, 42 – República – São Paulo – SP

Tel: (11) 3237-0771

Site: http://www.paribar.com.br

 

Feijoada Grande: 45,40

Feijoada Pequena: 31,80

Chopp: 4,50

Refrigerante (garrafa): 2,60

 

 




 

 

 

 

 

Aguardem as nossas dicas! Meados de jan/2011!

30 dez

Olá, Amantes da Cumbuca!

Em
breve, este humilde blog vai retratar um pouco da nossa épica
jornada em busca da “Fejuca Perfeita”.

Não temos
formação em gastronomia, mas o nosso paladar foi e é continuamente
apurado com arroz, torresmo, bisteca, linguiça, couve, caipirinha
(s), amigos, família, e é claro: ELA, a nossa aclamada
FEIJOADA.

Seja em cumbuca ou separada, light ou
tradicional, basta estar com o tempero certo, borbulhando, pronta
para ser misturada com todos os demais ingredientes e fazer a
quarta ou o sábado tornarem-se um dia mais feliz! Se tiver um
pagodinho então, aí a festa tá completa!!

Não
temos luxo! FEJUCA de verdade é FEJUCA! Para a nossa “rainha da
mesa” não existem frescuras! Hoje em dia existe uma vontade
tremenda por parte de alguns formadores de opinião em “glamourizar”
a feijoada, mas.. precisa? A Feijoada é tão enraizada na cultura
brasileira que é “cult” por natureza e propriedade! Seja na favela
ou na mansão, FEJUCA de verdade é um prato sem muita etiqueta e
muito menos discriminação. Portanto, meu amigo, se você conhece uma
fejuca DAQUELAS, convide a gente rs!

Aqui o
próposito é diversão. Afinal, a Fejuca por si só já é um motivo
mais do que especial para ficarmos contentes e esquecer da dieta,
não é verdade? Junte-se a nós, Fejuqueiro, e vamos em busca da
Fejuca Perfeita! Mas sem muito ímpeto, afinal a parte mais legal
disso tudo é provar uma nova Fejuca a cada dia rs…

Um grande abraço e até 2011!

Arthur e Priscila

Blog
Fejuca Perfeita