Arquivo | janeiro, 2011

Rei da Feijoada: O nome faz jus!

19 jan

O Rei da Feijoada!

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Assim se auto-denomina o restaurante deste sábado! Resolvemos ir ao Rei da Feijoada porque fica no Tatuapé, e estaríamos por lá de manhã pois o Arthur tinha uma consulta com a nutricionista. Sim, NUTRICIONISTA… Diz ele que tem que perder sei lá quantos quilos, gordura, massa não sei das quantas… Voltou feliz porque perdeu 1 quilo desde a última consulta, e onde fomos comemorar??? NO REI DA FEIJOADA!
Chegamos perto das 14:00 horas no restaurante, que fica ao lado do hospital São Luiz (Rua Francisco Marengo, 1266), é uma casinha lindinha, aconchegante, refinada até demais para ter como prato principal, a Fejuca! Na verdade o Rei da Feijoada tem nossa amada como carro chefe, mas possui no cardápio uma infinidade de pratos típicos brasileiros e também uma versão de feijoada deiferente, a Feijoada de Frutos do Mar.
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Voltando à nossa comemoração de 1 quilo a menos do Arthur, quando chegamos a casa não estava lotada, mas ninguém veio nos receber na porta e fomos subindo para o mezanino. Lá estava lotado e tivemos que descer novamente. Sentamos numa mesa perto da porta de entrada e lá ficamos. O pedido já estava na ponta da língua: Uma FEJUCA pequena, um chopp e um guaraná zero (e eu tirando sarro do quilo perdido do Arthur… Mas também como 2 pratões de feijoada e tomo refrigerante zero!). No Rei da Feijoada a Feijoada Pequena (R$ 54,00) serve duas pessoas, a Grande (R$86,80) serve três e há ainda uma terceira opção, a Mini Feijoada (R$ 28,60).

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O ambiente é muito agradável, o problema que encontramos mesmo foi no serviço. Os garçons estavam bem atrapalhados, mas vamos dar um desconto, afinal é apenas a segunda semana de funcionamento da casa, e não faltou boa vontade por parte da equipe, todos muito prestativos.
Logo chegou nossa bela FEJUCA, e nos trouxeram também uma caipirinha de brinde! ELA estava realmente maravilhosa… O Feijão no ponto certo, tudo muito bem temperado e com apresentação impecável! Todos os itens estavam muito bons, mas o destaque ficou mesmo por conta do feijão. Caldo grosso, grãos deliciosos, um tempero divino!
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Ah! O molhinho de pimenta também merece um destaque, porque era realmente apimentado! Parece brincadeira, mas há lugares que o molhinho de pimenta está mais para caldinho de feijão aguado!
O arroz estava muito bem feito, todas as carnes também muito bem preparadas, não havia miúdos, apenas as carnes nobres, e estavam muito boas! Sentimos um pouco a falta da bisteca, que não acompanha a feijoada e também de uma bela bananinha à milanesa, que não é essencial, mas nós adoramos e achamos que ficou faltando.
No geral, o Rei da Feijoada é muito bom! Com exceção do serviço, que estava realmente bagunçado, foi um almoço maravilhoso e uma Fejuca daquelas! Ficamos sabendo que o Rei da Feijoada na verdade possui outro restaurante, na Av. Dr. Assis Ribeiro, 3420 – Engenheiro Goulart, há 21 anos, e agora é que abriram esta unidade no Tatuapé. Um dia pretendemos conhecer a matriz também!
Vocês podem conferir nossas notas abaixo, item a item, e fica a sugestão de conhecerem pessoalmente essa Fejuca fantástica que conquistou com certeza mais dois súditos, afinal não é qualquer FEJUCA que tira nota acima de 4 no PAFEQ.
Voltamos na semana que vem com mais uma sugestão!
Abraços Fejuqueiros!
Priscila
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Nossa avaliação PAFEQ – Padrão FEJUCA de Qualidade

FEJUCA:  4,25
Feijão: 4,75
Paio: 4,5
Linguiças: 4
Costelinha: 3,5
Carne Seca: 4,5

Guarnições: 4,3

Arroz: 4,5
Torresmo/Bacon: 3,5
Farofa: 4
Couve: 4,75
Molhinho de Pimenta: 4,75

Ambiente: 3,75
Serviço: 3

AVALIAÇÃO GERAL PAFEQ:  4,09


Serviço

O Rei da Feijoada – Unidade Tatuapé
Endereço: Rua Francisco Marengo, 1266 – Tatuapé
Fone: (11) 2371-2469
Fejuca Pequena (2 pessoas): 54,00
Fejuca Grande (3 pessoas): 86,80
Mini Fejuca (Individual): 28,90

 

 

Aguardem a próxima semana!

14 jan

Amigos da Cumbuca,

 

Estamos passando aqui apenas para avisar que no próximo sábado temos planos para apresentar a vocês uma nova avaliação, já com a implementação do PAFEQ!

 

Abraços!

Fejucando!

14 jan


Olá amigos Fejuqueiros!

Resolvi dar o ar da graça também, afinal também sou uma amante da Fejuca! Não faz tanto tempo quanto o Arthur, mas a intensidade com certeza é a mesma! Hoje já é quinta-feira e nosso paladar já vai ficando aguçado, esperando “aquela” cumbuca, farofa, couve, pimenta… Hummm…
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Pensando nessa vontade quase incontrolável de que chegue logo o sábado só para devorar uma bela Fejuca, comecei a tentar entender de onde veio essa paixão, afinal, não sou uma pessoa muito fã de carne vermelha, nunca fui do tipo “arroz e feijão”, e DETESTAVA pagode! Não que eu venere hoje em dia, mas convenhamos que faz um belo par com feijoada!
Até uns quatro anos atrás eu comia feijoada nos almoços de domingo na casa da minha avó (sim, lá na minha vó, dia de Fejuca é domingo, quando a família está reunida!), mas sinceramente preferia quando ela preparava lasanha! Esse negócio de feijão e um monte de carne misturada ainda não me agradava tanto… Quanto tempo que perdi! E nunca, nunquinha, tinha comido em outro lugar, afinal, como não gostava tanto, não ia escolher almoçar em algum restaurante cujo prato principal fosse nossa diva!

Tudo começou a mudar quando conheci o Arthur. Nunca vi alguém gostar tanto de feijoada e até estranhava! Pra mim era um prato normal, com cara de fim de semana, porém sem nenhum atrativo especial. Já para o Arthur era o sábado. Fejuca pra ele era (e é!) o evento do sábado! Saíamos da nossa aula de espanhol (que acabava às 14:00 horas do sábado) e íamos direto para um boteco na Mooca que servia uma Fejuca fantástica! No início eu ia porque estava com fome e por mim tudo bem se fosse Fejuca, mas depois de um tempo comecei a sentir umas coisas estranhas… Durante a aula já começava a imaginar o almoço: aquela cumbuquinha, farofinha, couve… E passei a sentir com frequencia, água na boca, salivação exagerada e até aumento dos batimentos cardíacos, típico sintoma de paixão!

Com o passar do tempo meus sintomas apenas pioraram, porque começavam na sexta-feira… rs! E atualmente eles são permanentes, bastando Ela entrar em qualquer conversa!
Alguns meses depois lá estávamos nós, cada sábado num restaurante, bar, boteco, casa de fejuqueiro… Cada sábado era uma fejuca diferente! E assim surgiu a ideia deste blog! Resolvemos começar a catalogar e avaliar todas as Fejucas, assim, além de ajudar quem busca uma bela refeição, aprendemos mais sobre nosso maior hobby (falando nisso, o Arthur esqueceu de listar alguns na apresentação dele, mas este é um assunto para outro post!) e ainda por cima nos divertimos!

Estamos gostando muito desta ideia, e já temos vários temas para falar futuramente! Entre eles, queremos incluir na avaliação as Fejucas caseiras! Entre as melhores que conhecemos estão a da minha vó Lourdes (nem acredito que eu preferia lasanha… A Fejuca da vovó é sensasional!) e a da mãe do Arthur!

Caso queira sua fejuca comentada aqui também, aceitamos convites! hehe

Esperamos que gostem do nosso conteúdo, experimentem nossas dicas de Fejuca e mandem sugestões!

Priscila

Paribar: Grata surpresa!

11 jan

Boa tarde, Fejuqueiros de plantão!

É com muita alegria que estamos aqui para postar sobre a nossa primeira avaliação de 2011 (e a primeira do Blog).

Ontem saímos de casa por volta do meio-dia dispostos a comer uma bela fejuca, mas antes tínhamos que cumprir uma rápida missão: A Pri resolveu que PRECISAVA comprar um caderno do “Pequeno Príncipe” (vale ressaltar que ela já tem 26 anos). O problema é que o tal caderno estava em falta pela cidade toda, e após muitas pesquisas no Google ela descobriu que conseguiríamos um exemplar em uma papelaria próxima da Praça da República, centro de SP.

Resumo: o que era para ser uma rápida passada na papelaria tornou-se um inferno, pq andar de carro no centro de SP é como soltar um camundongo em um labirinto sem saída…

Como perdemos cerca de 2 horas nesse processo e às 16:30 deveríamos estar em Higienópolis para assistir um filme, pensamos: “Vamos comer por aqui mesmo…”

Ao sair da papelaria, olhamos para a frente e avistamos um local bastante agradável, com um ar meio “retrô”, típico dos bares antigos da cidade. Tratava-se do PARIBAR, uma verdadeira relíquia da boemia paulistana. Com ar totalmente bucólico, o bar está muito bem conservado. Os funcionários comentaram que o local foi reaberto há alguns anos apenas, porém já existe desde a década de 40!


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Por causa das férias de verão, o local estava praticamente vazio, mas já nos avisaram que normalmente é melhor chegar cedo porque a espera costuma ser grande.

Nos sentamos em uma mesa da parte interna do bar, prontamente o garçom nos deu as boas-vindas e ofereceu o cardápio. Ao fundo, um som ambiente bem suave com clássicos da MPB. Após as férias, o garçom disse que o bar voltará a fazer rodas de Chorinho para acompanhar a feijoada.

No Paribar eles optam por uma preparação mais light, ou seja, aqui você não vai encontrar pé, orelha, miúdos… O maitre afirmou que para eles as partes mais nobres da feijoada é que dão o sabor especial, o resto é “carne mais barata para ganhar dinheiro”.

Enquanto a fejuca não chegava, pedi um chopp. Perguntei qual era a marca e o garçom me solta: Karavelle. Disse que era um chopp de Indaiatuba (e eu nem sabia que em Indaiatuba se fazia chopp). Fiquei curioso e pedi um bem gelado. A Pri ficou na Coca Zero, porque Guaraná Zero em SP está quase mais difícil que encontrar papelarias que vendem caderno do “Pequeno Príncipe”. Valeu a pena! O Chopp estava bem tirado e cremoso, servindo como um bom acompanhamento para a nossa fejuca.

Depois de uns 10 minutinhos, eis que chega a porção. Aliás, QUE PORÇÃO. Lá no Paribar eles tem uma apresentação de prato diferenciada, que nós nunca tínhamos visto:



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Detalhe: Esse era apenas o MEU PRATO! A Pri tinha outro só para ela, igualzinho! Tudo muito cheiroso, quentinho, com uma apresentação realmente muito bonita!

A Fejuca então… veio BORBULHANDO, do jeito que a gente gosta, mas também não estava pelando a ponto de ficar impossível de comer. Enfim, tudo no ponto certo, pronto para ser apreciado.

Ao todo, o KIT veio composto da seguinte forma: Cada prato com duas porções generosas de arroz, farofa, banana à milanesa, couve, torresmo e bisteca. A FEJUCA veio em uma cumbuca única composta de Feijão, Carne Seca, Linguiça Calabresa, Paio e Costelinha. (só de lembrar bateu uma fome aqui…). Além disso tudo, molho de pimenta e laranjinhas.

O feijão estava delicioso, devidamente encorpado e temperado na medida certa. O torresmo, sequinho… e a menção honrosa fica para a Bisteca, que estava simplesmente maravilhosa, uma das melhores que já comemos em toda a nossa jornada “Fejuqueira”. Todas as carnes estavam bem cozidas (lá eles preparam as carnes um dia antes).

Não temos nada a reclamar! A única ressalva ficou para a Couve, pois estava bem carregada no alho (como eu não sou muito fã de comidas com muito alho, fica o aviso… Já a Pri adorou!).

O melhor de tudo é que o preço não é dos mais salgados: A Feijoada Grande (que serve até 3 pessoas) saiu por 45,40. Se você não estiver tão faminto (a), o garçom disse que a Feijoada Pequena (31,80) serve tranquilamente duas pessoas. Resumindo: Uma BELÍSSSIMA FEJUCA com um excelente custo-benefício.

Saímos de lá muito satisfeitos e com vontade de voltar. O local é limpo, o serviço muito bom, e os arredores tranquilos. Você fica com a impressão de que está voltando algumas décadas no tempo e curte um pouco do charme paulistano…


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Nossa avaliação “item a item”

 

– Arroz: 4,75

– Feijão: 4,6

– Farofa: 4

– Banana: 4

– Couve: 3,35

– Torresmo: 4,2

– Bisteca: 5 (Realmente MUITO BOA!!!)

– Carne Seca: 4,5

– Calabresa: 5

– Paio: 4,5

– Costelinha: 4,5

– Serviço: 4,75

– Ambiente: 4,75

– Chopp: 4

– AVALIAÇÃO GERAL:  4,42.

 

Serviço:

Paribar

End: Praça Dom José Gaspar, 42 – República – São Paulo – SP

Tel: (11) 3237-0771

Site: http://www.paribar.com.br

 

Feijoada Grande: 45,40

Feijoada Pequena: 31,80

Chopp: 4,50

Refrigerante (garrafa): 2,60